Porque ele combina, de forma inédita no Brasil:
- monitoramento ambiental em tempo (quase) real,
- dados primários próprios do ONTL,
- tecnologia nacional de baixo custo,
- integração entre transporte, meio ambiente e saúde pública,
- e uma infraestrutura digital robusta, pensada desde o início para escalar e gerar valor público.
É a primeira vez que o ONTL deixa de ser apenas integrador de dados e passa a ser produtor direto de dados primários ambientais.